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Fetos não sentiriam dor até os 6 meses
Como se o problema da morte fosse só dor… e a ausência de sofrimento da vítima justificasse o assassinato. Então, se der anestésico, pode matar? Aonde vamos com esses argumentos?

Fórum “As ameaças do PNDH-3 continuam” demonstrou que a luta está apenas começando
A noite do dia 26 de agosto ficará marcada na memória dos mais de 300 participantes do Fórum “As ameaças do PNDH-3 continuam”, bem como para as cerca de 100 pessoas que assistiram ao evento pela internet.

Quando a despenalização vira direito – O caso da Colômbia: caça aos anti-abortistas
Considerando o aborto um “direito sexual e reprodutivo” que uma mulher pode praticar livremente sem coerção externa em nenhum sentido, compreende-se a guerra que o movimento pró-aborto desenvolve no mundo inteiro contra a objeção de consciência.
Artigos
Quarta-Feira, 16 de Dezembro de 2009
Não nascidos reconhecem e memorizam a voz dos pais, revelam pesquisas
Luis Dufaur
Uma criança de apenas 30 semanas de
gestação é capaz de memorizar,
constataram cientistas do Departamento de Obstetrícia e
Ginecologia do Centro Médico da Universidade de Maastricht e
do Centro Médico São Radboud, da Holanda. O
trabalho analisou 100 mulheres grávidas em boa
saúde com ajuda de métodos de delicada
estimulação sensorial, noticiou o
diário “The
Washington Times”.
“Mais ainda, os resultado apontam que as criançass
com 34 semanas são capazes de guardar a
informaçao e recuperá-la poucas semanas
depois”, diz o relatório final. Os cientistas
constatarm que o não nascido de 34-36 semanas já
está familiarizado com os ruidos fora do ventre materno.
“Cada diz nós encontramos maravilhosas coisas
novas a respeito do desenvolvimento da criança
não-nascida. Esperamos que estas últimas
informações ajudem as pessoas a perceber mais
claramente que os não-nascidos são membros da
família humana com surpreendentes capacidades como a de
memorizar, já contidas nelas no momento da
concepção”, disse Randall K. O'Bannon,
diretor de educação e pesquisa do National Right
to Life Educational Trust Fund.
A redação do “The Washington
Times” tentou contatar a grande ONG abortista
“NARAL Pro-Choice America” para comentar as
implicações da descoberta, mas nenhum
representante quis responder.
O relatório da pesquisa foi publicado pela revista
médica “Child Development”. O Press
Release pode ser descarregado aqui.
Em 2003, psicólogos e obstetras da Universidade de Queen,
Canada constataram que as crianças não-nascidas
preferem ouvir a voz da mãe antes e depois de nascer.
O ritmo da atividade cardíaca dos fetos aumenta quando ouvem
a voz da mãe lendo um poema, mas diminui quando ouvem uma
voz desconhecida. O fato evidenciaria capacidade “de prestar
atenção, memorizar e apreender por parte do
feto” disse Barbara Kisilevsky, professora que coordenou a
pesquisa.
A mesma equipe concluiu que o feto reconhece a voz do pai. Se o pai
tenta falar perto do não-nascido, depois de nascer ele
reconhecerá a voz do progenitor.
Fonte:
Blog Valores Inegociáveis
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